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A SOMBRA DO MEU PAI
DE Akinola Davies Jr.
12 anos
My Father’s Shadow | Sala Eduardo Hirtz | Pré-estreia
Remi e Akin são dois irmãos que vivem em um bairro pobre de Lagos, na Nigéria, e praticamente não têm contato com o pai. No único dia em que ele consegue ficar os garotos e planejam um passeio pela cidade grande, o trio vivencia conflitos históricos no país, com forte presença de militares nas ruas e a anulação das eleições. O longa foi o primeiro filme nigeriano a fazer parte da Seleção Oficial do Festival de Cannes 2025 e recebeu uma Menção Especial da Câmera d'Or.
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PAI MÃE IRMÃ IRMÃO
DE Jim Jarmusch
14 anos
Father Mother Sister Brother | Sala Eduardo Hirtz | Estreia
O filme acompanha três histórias sobre relacionamentos conturbados entre pais e filhos ambientadas em países diferentes. "Pai" se passa no nordeste dos Estados Unidos, quando dois irmãos vão visitar o pai arredio; "Mãe" promove o encontro entre duas filhas e a mãe que mantêm um relacionamento distante em Dublin, na Irlanda; enquanto "Irmã Irmão" tem como cenário Paris, na França, onde dois irmãos precisam organizar a casa dos pais, mortos em um acidente. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, o longa-metragem tem um elenco de estrela e combina tons de comédia e melancolia.
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BETTY BLUE
DE Jean-Jacques Beineix
18 anos
37°2 le Matin | Sala Eduardo Hirtz | Relançamento
Zorg é um escritor solitário que vive na costa mediterrânea da França. É lá que ele conhece Betty, uma jovem de 22 anos intensa e imprevisível que transforma completamente a sua vida. Por alguns meses, os dois vivem uma relação marcada por episódios de obsessão, loucura, ciúmes e um amor quase incondicional. Baseado no romance homônimo de Philippe Djian, o filme foi uma das maiores bilheterias do cinema francês e teve indicações ao Oscar, Bafta e César. O relançamento, com cópia recuperada em 4k, comemora os 40 anos do filme e traz a sua versão original.
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EDIFÍCIO BONFIM
DE Ligia Walper e Tomás Walper Ruas
18 anos
Sala Norberto Lubisco | Estreia
O Edifício Bonfim, no centro de Florianópolis, não é um prédio comum. Os moradores se cruzam pelos corredores e parecem pessoas gentis, mas alguns deles vivem em mundos paralelos. Separado em três capítulos - Criatura, Trilha da Costa e Formando -, o longa conta histórias inspiradas em lendas fantásticas da Ilha da Magia, incluindo sequestros diabólicos, bruxas lendárias e serial killers ambiciosos. O filme marca a estreia no longa-metragem da mulher e do filho do cineasta Tabajara Ruas, que é um dos roteiristas da trama. O filme venceu o Prêmio de Melhor Filme Brasileiro no Djanho Fantástico Festival Internacional de Cinema de Curitiba 2025.
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NINO DE SEXTA A SEGUNDA
DE Pauline Loques
14 anos
Nino | Sala Paulo Amorim | Pré-estreia
Em três dias, Nino terá que iniciar um tratamento contra um câncer recém-descoberto. Mas, antes disso, sua médica lhe passa duas tarefas que levarão o jovem em uma jornada de reconexão por Paris. O longa conquistou o Prêmio César de melhor primeiro filme e de ator revelação para Théodore Pellerin.
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ERA UMA VEZ MINHA MÃE
DE Ken Scott
12 anos
Ma mère, Dieu e Sylvie Vartan | Sala Paulo Amorim | Estreia
Sexto filho de uma devotada mãe judia, Roland nasce com um pé torto e recebe a orientação médica de utilização de uma órtese. A mãe, entretanto, não aceita a deficiência do filho e promete que ele terá uma vida plena e bem-sucedida. Durante toda a infância, entre tratamentos mirabolantes, o menino é embalado pelas canções de Sylvie Vartan, musa francesa dos anos 1960/1970 e que faz uma participação no filme. Em tom de fábula, o longa é inspirado no romance autobiográfico do próprio Roland Perez, advogado e radialista de sucesso e que contou sua história em "Ma mère, Dieu e Sylvie Vartan".
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A FÚRIA
DE Ruy Guerra
16 anos
Sala Eduardo Hirtz | Estreia
Mário, um homem morto durante a ditadura militar, retorna agora em busca de vingança contra aqueles que o traíram. Em sua jornada, ele é acolhido pelo indígena Palavra e conta com o apoio de três mulheres — uma deputada em ascensão, uma líder paramilitar e a neta de um de seus inimigos — enquanto forças sociais emergentes passam a conduzir transformações profundas no país. Aos 95 anos, Ruy Guerra entrega seu 17° filme e termina a trilogia iniciada com "Os Fuzis" (1964) e "A Queda" (1977).
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ECLIPSE
DE Djin Sganzerla
16 anos
Sala Eduardo Hirtz | Estreia
Cleo é astrônoma e, aos 43 anos, vive uma gravidez que inspira cuidados. Ao mesmo tempo, é surpreendida pela chegada de Nalu, sua meia-irmã de origem indígena. A convivência entre elas reacende memórias perturbadoras da infância, conduzindo ambas por uma jornada de revelações que misturam ciência e ancestralidade e provam a importância da sororidade feminina. Em seu segundo longa-metragem, Djin assume um trabalho mais autoral e distante do caminho traçado pelo seus pais, os cineastas Rogério Sganzerla e Helena Ignez.
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O ESTRANGEIRO
DE François Ozon
16 anos
L'Étranger - | Sala Eduardo Hirtz | Estreia
Mersault tem 30 anos, é francês e vive na Argélia colonial. Apesar da morte recente da mãe e do romance com Marie, ele é incapaz de demonstrar qualquer sentimento - e nem mesmo o envolvimento no assassinato de um jovem árabe é capaz de tirá-lo de sua apatia em relação à vida. Por conta do crime, Mersault enfrenta um processo nos tribunais, quando também será julgado pelo seu caráter e falta de empatia. O filme é baseado no romance homônimo de Albert Camus, publicado em 1942 e um dos livros mais vendidos na França. Considerado uma obra fundamental do existencialismo, teve uma primeira adaptação para o cinema em 1967, assinada por Luchino Visconti e protagonizada por Marcello Mastroianni. A versão de Ozon competiu no Festival de Veneza e fez parte da programação do Festival de Cinema Francês em 2025.
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Timidez
DE Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa
12 anos
Sala Norberto Lubisco | Estreia
Jonas é um jovem artista que divide o apartamento com seu irmão mais velho, Marcelo, que é cego. A dinâmica entre os dois é marcada por afetos e também por momentos de opressão, relacionados a lembranças da infância e vivências racistas. Por tudo isso, Jonas traz uma certa inabilidade nas relações sociais – e terá que se defrontar com este sentimento depois que a vizinha pela qual ele é apaixonado aceita o convite para ir à sua casa. Melhor filme no Panorama Internacional Coisa de Cinema, o longa é uma adaptação da peça "O Cego e o Louco", de Cláudia Barral, em cartaz há 25 anos.
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